domingo, 20 de novembro de 2011

2011-11-20 Monsanto Powered By Diogo

Miraflores Benfica (Califa), mas pela volta grande por dentro de Monsanto, deu logo para chegar ao Califa já com aquecidela. Ai juntamo-nos 7, pedi uns croquetes para o Almoço e arrancamos para um Monsanto alternativo, powered by Diogo, the master of Monsanto. Algumas correntes partidas, subidas valentes e o grupinho dos 29r a cresces (quer dizer eles já são grandes, mas em altura) !! Muito, mas mesmo muito fixe. 42kms com 962m de acm e a horas de vir a casa almoçar a correr, escrever as cronicas e voltar para Monsanto, mas agora volta em familia :-)

2011.11.19 - BTT Urbano

Nem mais !

Miraflores - Benfica (Califa) para encontrar-me com o Francisco Caetano. Então o que é que fazemos, é que Monsanto é só lama ? E o Francisco disse "anda dai, vamos fazer uma coisa diferente !". Atravessamos Monsanto, descemos para a Torre de Belém, ai viramos 3 (pois cruzamo-nos com o Tiago Fernandes, que se juntou a nós) e rumamos para a Expo. No final da Expo, barrinha e toca a subir pela ciclovia para o Aeroporto de Lx, depois metemos para o Estádio Universitário e de seguida ciclovia junto à 2ª Circular. Cá estamos nós em Benfica de novo, de Monsanto a Miraflores foi um instantinho. No final 70kms super fixes, por um trilho Urbano que nunca tinha feito - Top 5. Ao Francisco Caetano um grande muito obrigado, foi fantástico.

domingo, 13 de novembro de 2011

2011.11.12 - Isto tá "inguiçado" ?





Pois é, a cronica é mais sobre os "inguiçansos" do pré volta do que sobre a volta em si.
- Os "Inguiçansos"
O Pedro veio apanhar-me a casa, mas esqueceu-se de trazer 2 barras e a carrinha dele não abre a bagageira. Por isso, lá foi a minha querida KTM presa à Trek dele por zip-ties !!
Passamos na auto-estrada por um carro com uma Merida vermelha em cima, sem tubo do selim, o Pedro logo disse - "aquele vai bem !!", eu disse - "aquele é o Rui !!", a que o Pedro logo ripostou - "humm !!"
Chegamos à Malveira, coloco a minha bike encostada à arvore, enquanto chega o Francisco e o irmão, vem uma rabana de vento e pumba, lá a minha KTM ao chão. Está o Francisco a dizer essa do chão já não passa, enquando a KTM dele, que está encostada ao carro, também vai ao chão, 4-0 porta do carro com amolgadela e risco fundo !!
Mas calma que isto ainda vai a meio.
O irmão do Francisco, Luis, começa a experimentar os sapatos de encaixe novos, e pumba, lá vai ele ao chão parado !! Vamos ao café panisol e ele "descobre" que lhe montaram uma cassete de 9 sobre gatilhos de 10 !! 6-0 nos "inguinçansos".
Depois de no panisol nos juntarmos ao Antonio (o guia d serviço), para aquela que se anunciava uma volta relax, arrancamos os 5 para a subida pela calhausada da Malveira rumo à Peninha. Não andamos nem 200 metros, pneu de trás da bicicleta do Luis em baixo, volta para trás para encher. Foi optimo, porque assim deu hipotese de encontrarmos o Tiago, que além de moderar o ritmo, trás sempre o seu bom humor acutilante. Finalmente arrancamos os 6, com tanto que choveu as pedras pareciam manteiga, o que ajuda muito nas subidas (sai de frente numa que resolveu não se mexer) e nas descidas :-(
Quase no topo da Peninha, o Luis voltou para Cascais, aquilo assim não dava, as mudanças estavam sempre a saltar de certeza.
Descemos pelo downhil para o lado de Colares até chegarmos à entrada do Cabo da Roca e subimos pelo trilho do S2KA (aonde encontramos o Rui - da bicicleta sem selim - que subiu connosco, não transcrevo as "bocas mandadas") de volta ao Parque de Merandas da Peninha. Ai o Pedro resolveu "doppar" escuteiro com liquido energético do cantil, o miudo deve ter logo tomado as redeas do grupo. Pelo mostrou uma atitude inteligente, sentou-se no chão eanquanto os outros estavam parados.
Voltamos a descer para Colares, aonde o António resolver sair de frente da bicicleta, mas nada de grave. Fomos ao habitual café. Ai foi um tal por a conversa em dia (+ de 30 minutos a falar de glorias passadas e joelhos operados). Quando iamos arrancar, o Tiago insistiu "então e se falassemos do teu joelho esquerdo, é que agora é a subir e a conversa estava tão boa :-)". Tiaguinho, Tiaguinho, andas a treinar rolos às escondidas e ainda "mangas" connosco !!
Subimos aos Capuchos. Pelo caminho o vimos um cogumelo maior que um girassol, que o António nos disse ser comestivel, claro nós ripostamos comestivel são eles todos, os efeitos secundários é que às vezes são relevantes, mas não vou detalhar mais desta conversa !!
O a volta estava muito calma e sem subidas nenhumas, eu armado em parvo disse, e vez de irmos ao monge, vamos à pedra amarela. O António apanhou a deixa e levou-nos quase às ao rio da mula, para fazermos a subida harcore (aquela que só se faz com os amigos próximos) até à yellow stone. Foi cá uma esfrega :-) antes estivesse calado !!
No final, foi uma volta fantástica num dia de muitos ventos bom quando sopram de trás e melhores ainda quando vêm de frente ou de lado :-)

Os dados da volta: 3h10min, 32kms, 1168m de acm.

Para acabar em gloria e fazer o gosto à familia, ainda fui às 18h fazer uma aula de RPM High Performance (TE 4.0 com 1400 kcal).

domingo, 6 de novembro de 2011

2011.11.04 - Serra d'Aire e Candeiros






Hoje isto vai ser curto, estou cansado. Foram 70kms com 1500m acm, mas reforçados por pedra e mais pedra e mais pedra na Serra D'Aire e Candeiros, mas vamos já por claro o assunto - Eu adorei a volta :-)

O Pedro Vieira tinha prometido e cumpriu "vou organizar uma volta na Serra d'Aire e Candeiros inesquecivel !!" e assim foi. Arracamos de Torres (~10h AM) novas um grupo de 7 escrucionistas vindos de Lisboa, mais o Pedro que já lá estava e os seus 3 amigos guias conhecedores 'à seria´daquelas paragens.

O dia estava optimo e depois de cerca de 20km de aquecidela em aproximação à Serra, por caminhos e trilhos muito bonitos, toma que agora é a valer. Como disse o Rui (amigo do Pedro e guia de volta), pago um almoço de marisco a quem conseguir chegar lá cima sem nunca por o pé no chão. Esquece mas é lá o almoço, aquilo nem com bicla com rodinhas atrás dá para não por o pé no chão. Chegados ao primeiro planalto, o Mauro (outro amigo do Pedro e guia de volta) já tinha o pneu feito num oito. Foi só o segundo furo de muitos que afectaram o grupo (o primeiro foi o João).

Prosseguimos até às antenas no topo, para apreciar as vista e tirar as fotos da praxe. Depois foi sempre a descer por uns trilhos ultra técnicos e cheios, mas mesmo cheios de pedra, mas daquela que está presa. i.e. não se desvia e se a roda da frente cola nela, lá se vai ao chão saido de frente !!

Aqui é tão arido, que eu comentei "aqui só para cultivar pedra !" Uns kms mais abaixo, alguem me diz, aqui ha menos pedra e logo remato "pois coitados dos agricultores de pedra, aqui dá menos, e isso estraga-lhes o negócio !!!"

Passamos por trilhos abertos na semana passada, alguns de de cortar a respiração, tal era a inclinação e depois mais furos e mais furos .... a pedra tem dessas coisas :-)

Passamos pela entrada de exploração das grupos (mas para quem faz à seria, não para domingueiros) e o Mourão - Prof -(o terceiro amigo do Pedro e guia de volta), la nos explicou que ali era tanta a pedra que quando alguem lhe perguntou se podia levar umas pedrinhas ele respondeu com ironia "pode levar, não ha problema, eu conheço a senhora aqui das grutas !!"

Já se fazia tarde e não era para voltarmos para Torres Novas com os frontais montandados, por isso demos ao pedal, que nem uns lidos.

Foi uma volta fantástica, eu adora aqueles trilhos de pedras :-)

Aos nossos guias e ao Pedro um Muito Obrigado, por meterem proporcionado esta volta.

LAM

terça-feira, 1 de novembro de 2011

2011.11.01 R. Mula - Peninha - Adraga - R. da Mula






Aglomeramo-nos no Rio da Mula, pois o Gavinho e o Pedro Vargas vieram de casa a pedalar, eu, o Joao Ferreira, o Antonio Gavinho, o Samuel Sanches e o Pedro Vargas, para irmos tomar café à Adraga, pelo caminho mais longo possivel e com mais subidas e descidas que nos lembrassemos e assim foi. Subimos aos Capuchos, fizemos o anel, seguimos para o Monge e para a Peninha e então começamos a descer para a Adraga, mas por uns trilhos novos do Gavinho. No cruzamento do alcatrão convidei uma betista que ali passava a juntar-se a nós e logo ficamos a saber que era amiga do Lourenço Cymbron.
Fomos à Praia da Ursa ver as ondas e cruzamo-nos com o Jorge Damas e mais uns amigos. Descemos para tomar o café na Adraga e depois de muita conversa, fizemo-nos de volta à Peninha, quase sempre por trilhos de terra novos, graças aos conhecimentos do Pedro Vargas.
Depois, uns rumaram à Malveira e outros aos carros, ainda tivemos uns encontros do 3º Grau com uns cães mas tudo se resolveu.

Aos compichas de volta um grande bem haja !!

Dados: 41km com 1175m acm sempre em ritmo calmo e relaxado.

domingo, 30 de outubro de 2011

2011.10.30 Monsanto

Hoje 40km de moutain bike no parque de monsanto com um dia soberbo e bem quentinho e para ter a cereja em cima do bolo, a certa altura uma linda vista: o cristo rei, a ponte sobre o tejo e bem ao fundo a serra da arrabida envolta em neblina :-)

sábado, 29 de outubro de 2011

2011.10.29 - Sintra com um Lindo Dia

Foi dos melhores dias que apanhei na Serra de Sintra nos ultimos tempos. Arrancamos do Café da Natalia (atenção que o #2) para fazer o S2KA (ou o que as pernas derem) do Gavinho.
O António Gavinho a encabeçar a volta, não fosse a mesma de desenho da sua autoria e nós (Eu, o Jorge Fernandes, o Jorge Damas, o Pedro Vieira e o Diogo Brito) a seguir o nosso "leader". Na Serra, do lado de Colares, muitas arvores caidas e marcas do temporal de Quarta Feira, e o Gavinho a servir de bode respiratória para os atrasos e as paragens :-)
Na 2 descida da Serra a Colares, ouvi contado pelo Jorge Damas, a bela fabula da Raposa e da Cengonha (cá se fazem, cá se pagam). Subimos para os Capuchos com o Pedro a mandar-me bocas sobre o ataque às subidas e à minha inexperiencia com os Medronhos !!
Depois de rumarmos para as bandas do Monge, o Jorge Fernandes rumou mais cedo a casa, nós continuamos para aproveitar o calorzinho bem bom que se sentia impregnar nos nossos ossos :-)
Descemos ao cruzamento de Almoçageme para aproveitar toda a subida de terra até à Peninha, ai o Pedro Vieira tanto me picou que lá fui acima dos 89% do valor máximo de batimento, bem bom !!
Regressamos pela cota semi constante até à estrada do Rio da Mula para os Capuchos, dissemos adeus ao Antonio, discutimos idades, quais velhimos reumáticos, até alguem ter acabado com barato a frase "treina que isso passa !!"
Fizemos meio anel dos Capuchos e metemos para São Pedro, pela estrada das rampolas. Muitos miudos escuteiros em caminhada e as belas poças de lama para enregelar os pés - até foi bom para refrescar :-)
No final: 42km, 1500m de Acm em 3h57m com algumas paragens, numa volta bem catita com belos amigos cavaleiros do Mountain Bike e a tempo de ir para casa almoçar :-)